2005: 40 graus
Olá a todos os que passam por aqui (rs rs rs rs rs)!
O ano começa e cá estou às voltas com os preparativos para mais um projeto teatral. O ALERTA já tem a sua primeira obra em dramaturgia. Detalhes em breve. O projeto já está sendo fechado e espera conseguir alguns apoios e algum recurso financeiro investido. Ainda estou na fase de reunião do elenco e acertos com equipe técnica. Tudo em meio a dias de um calor abissal, como o de hoje. Certamente fez uns quarenta graus. O ano começa bem quente e sigo trabalhando para que continue dessa forma, claro, com uma cerveja ou mesmo um bom suco bem gelado e uma boa companhia. Enfim...
Aguardem, pois logo trarei novidades.
Abraços!
Escrito por Afonso, sempre ALERTA às 21h03
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CONTEMPORÂNEO
Olá caros amigos!
De um tempo pra cá vimos a ampla difusão do termo teatro contemporâneo. No que tange ao aparecimento de novos dramaturgos esse termo vem sendo aplicado. Então vamos lá: para vocês quais são as características básicas para esse teatro ou dramaturgia contemporânea? Trata-se apenas de uma arte que é feita na nossa atualidade? O que será?
A minha pergunta vem do que venho chamando de clichê de contemporâneo, ou seja, quando vários espetáculos apresentam as mesmas ou quase as mesmas características de outros, denominados contemporâneos. Tudo representa o CAOS. Mas qual caos? Que tipo? Tudo traz tons pastéis, roupas rasgadas ou em farrapos, têm discursos filosóficos sobre o estar sem rumo e tudo parecer sem solução. Muitas vezes esses espetáculos tem água, terra ou outra coisa que dê aspecto de suposta destruição. Depois de ver alguns espetáculos dessa natureza me ocorreu essa pergunta: o que é teatro contemporâneo?
Na minha opinião, o que vejo é um teatro pop, que tem tudo ao mesmo tempo, usa pop-rock nas suas trilhas, etc. Acontece que quando todos seguem a mesma trilha e repetem essa estética, passamos a ver um clichê disso que deveria ser algo realmente diferente. Vira fórmula. Isso periga levar o teatro que precisa apresentar os novos valores que estão aí na luta ao mesmo conceito que pôs o experimento na categoria experimental, que acabou tornando aquela forma de criação uma fórmula, muitas vezes vazia de maior conteúdo e que cria uma barreira entre a arte e a platéia.
O que quero aqui é que alguém me rersponda essa pergunta, pois ainda não consegui entender o que várias pessoas querem dizer com o CONTEMPORÂNEO.
Aguardo vocês.
Escrito por Afonso, sempre ALERTA às 14h54
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